Quatro promotores matam. Nenhum um esta preso. São quatro casos de morte envolvendo Promotores Públicos:
Igor Ferreira assassinou a tiros a esposa grávida, tentou forjar um assalto, e foi desmascarado, fugiu. Não se vê muito empenho para capturá-lo.
Thales Shoedl na praia, durante o réveillon de 2004, atirou em um jovem, matando-o, e ferindo outro.
Wagner Juarez Grossi, estava bêbado guiando na contra mão atropelou e matou três pessoas.
O quarto Promotor reagindo a um assalto matou o assaltante com dez tiros. A arma não era dele, nem poderia ser, É de uso exclusivo das Forças Armadas. Por que não foi preso pelo porte ilegal de arma pelo menos?
Deixo três perguntas:
1º Não se esta formando um Ministério Público dando aos Promotores licença para matar?
2º Que tipo de teste avalia o equilíbrio emocional que em caso de emergência, são capazes de dar dez tiros numa única pessoa?
3º O Promotor não é simplesmente um acusador. É um fiscal da lei, é a justiça de pé. Como se explica que um homem com estas atribuições prefira uma arma ilegal, mesmo tendo licença para usar uma legal?
O tempo da carteirada já passou...
sexta-feira, 11 de janeiro de 2008
Certeza 11/01/2008
Agora é sério: o governo correu tanto, ontem, para desmentir a possibilidade de um novo racionamento de energia elétrica neste ano, que é certeza de que ele deve vir mesmo, sem apelação. Só que, em ano eleitoral, não se pode racionar nada, foi o alerta nos bastidores e a tropa de choque do Planalto já foi mobilizada para tentar silenciar (a que preço?) os especialistas que avisaram do risco iminente de faltar água nos reservatórios para atender à demanda. Se Deus não se lembrar de que é brasileiro e mandar São Pedro dar um jeito nos índices pluviométricos, faltará energia para as luzes do Natal que vem. Mas aí as eleições já terão passado...
Alguns sobem, outros descem 11/01/2008
Findo o primeiro ano do governo de Sérgio Cabral Filho no Rio de Janeiro, os dados do ISP (Instituto de Segurança Pública) mostram aumento de 18,5% no número de mortos em confronto pela polícia carioca. Foram pelo menos 1.260 autos de resistência, mas este número é apenas parcial. O aumento é resultado da política de confronto do governador, que muito ocupou os jornais com as invasões em favelas. Mas se este número subiu em 2007, outros desceram: houve queda nas apreensões de armas e drogas. Falta explicar, governador, porque a polícia sobe o morro e volta carregando apenas corpos.
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