sexta-feira, 25 de janeiro de 2008
Avalanche 26/01/2008
Se for levada a sério a determinação presidencial de que seja informado ao coordenador político do governo, José Múcio, todos os encontros de ministros com parlamentares e todos os compromissos assumidos de liberação de verbas, vai faltar Múcio para dar conta do serviço. O Brasil tem 37 Ministros! Dá para ver que a tarefa não vai ser fácil. Em ano eleitoral, então, é uma loucura...
Dizer o quê? 26/01/2008
O ministro do Planejamento, Paulo Bernardo, tem uma missão no mínimo espinhosa pela frente, não vai demorar e o povo brasileiro vai assistir em cadeia nacional de rádio e tevê um pronunciamento. Onde o ministro irá assegurar que o governo cumprirá todos os acordos de reajustes salariais prometidos ao funcionalismo, mas quando der... É a versão petista do velho ditado "Devo, não nego, pago quando puder". O problema é que todo mundo sabe que esse "quando puder" pode ser no dia de são nunca. Grandes chances dessa conversa botar mais lenha na fogueira, em vez de apagar os incêndios que ameaçam eclodir na administração federal. É melhor ficar quieto, ministro.
Triste recorde 26/01/2008
Enquanto a ministra do Meio Ambiente, Marina Silva, resiste em atacar de uma forma eficaz os assassinos de nossas matas e diz que esta trabalhando contra o desmatamento, seus funcionários parecem não estar fazendo a lição de casa direito. Dados do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE) mostram que nunca se desmatou tanto antes neste País - algo em torno de 7.000 quilômetros quadrados de mata fechada se transformou em terreno baldio. Um triste recorde que nos deixa ainda mais confusos em relação às políticas públicas e o meio ambiente. Afinal, O governo esta esperando que todas as nossas matas sejam devastadas para depois fazer alguma coisa? Assim não seria tarde de mais ou ainda daria tempo?
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