segunda-feira, 28 de janeiro de 2008

Nesta hora habilidade. O resto é barulho 29/01/2008

A disputa eleitoral para um mandato de vereador em Bezerros já começou faz tempo, e nos bastidores já pega fogo e os primeiros de sabores já começam a ser colhidos pela pré-candidata do PR à Prefeitura de Bezerros, a empresária Bete Lima. Um grupo de pré-candidatos à vereança que lhe dão sustentação se rebela contra a pré-candidatura de Neto de Valmir, sobrinho do empresário Dael Lima e esposo da Bete Lima. A alegação dos rebeldes é a associação do nome da candidata à prefeita com o candidato a vereador, que só por isso já induziria o eleitor ao voto casado: Bete para prefeita e seu sobrinho Neto para vereador. E o descontentamento a estrutura que vem sendo montada para dar suporte à campanha de Neto, tornando uma disputa desigual entre os candidatos do seu próprio grupo. Os descontentes são divididos em dois blocos, uns que admitem procurar outros grupos políticos para disputarem suas campanhas, e um segundo que continuaria apoiando a candidatura de Bete Lima; porém abririam mão de suas próprias candidaturas a vereadores, esvaziando assim o palanque, caso a candidatura de Neto persista. Hoje, percebe-se, que Bete Lima não sabe o que fazer e, pior ainda, não entra em acordo nem com o seu sobrinho e nem com os que rejeitam a candidatura. É melhor apertar os cintos, porque o piloto da oposição desta campanha está aí, todos podemos ver, mas o vôo, ao que tudo indica, é cego. Neto de Valmir que se cuide, pois a batata dele está assando, se já não queimou.

Vai Passear né...! 29/01/2008

Em viagem ao Iraque, aonde foi pregar seu incansável discurso sobre o programa de Renda Mínima (aquele de que nem o seu PT agüenta mais ouvir falar), o senador Eduardo Suplicy teve as despesas com segurança bancadas pela Embaixada do Brasil naquele país. Parece que sua mais relevante ação em Bagdá foi cantar “dorme neném” para uma platéia já esgotada com a guerra. Deve estar faltando serviço no Senado Federal para ele precisar ir tão longe para tão pouco, você não acha?